Casamento e Sexo 1
Segundo a palavra o homem deve se multiplicar, uma multiplicidade é
No mínimo 4 pessoas a mais em uma família. Se um judeu casa, o mínimo de uma família são seis pessoas, mas não é necessariamente ter gerado os filhos, pode ser através de adoção legal ou ter em casa sempre um número de pessoas que complete a família, desde que todos compartilhem a mesma fé.
O recusar ter filhos é transgredir a lei, uma vez que a ordem de multiplicação é bem clara.
O descumprimento deste preceito não traz sacões religiosas a uma pessoa, mas a sua consciência pode ser sempre algo de ataques devido a falta de tal mitsva.
O matrimônio tem sua legitimidade se feito a luz da torah. Segundo os preceitos de Moshe. O casamento judaico tem um valor tão alto, que é comparado a uma aliança tripla com Elohim. No casamento juramos por Jerusalém, que tem a mesma importância da Brith(aliança) eterna com Elohim.
O celibato não é recomendado para quem ainda não cumpriu o seu dever de se multiplicar, mas quem já não está debaixo do julgo de um casamento, ê recomendável não se unir mais a alguém, pois assim terá tempo para servir a Adonai com liberdade total, sem necessidade de cumprir a mitsva de honrar o cônjuge.
A pessoa que desejar o celibato, coloca sobre si um julgo mais pesado ainda que o casamento. A tradição da torah condena, com severidade toda forma de lascívia, prostituição, promiscuidade e adultério, relações incestuosas, homossexualismo, sodomismo, que são coisas abomináveis diante de Adonai.
Todavia a torah fala na beleza e maravilha do relacionamento sexual, quando baseado no amor, quando expresso na intimidade entre um homens mulher.
A torah ensina que as relações sexuais influenciam na beleza física, no caráter e até mesmo na saúde dos filhos. O sexo sadio entre homem e mulher traz plenitude e unidade para a alma de ambos, e unidade espiritual por consequência.
Ao homem que deixa sua mulher e toma outra, está determinado não voltar atraz, pois trará contaminação a sua casa anterior. Uma vez decidido a guirushim (separação), não se deve encontrar no coração arrependimento nem remorso pelo novo caminho seguido.
Ao homem e a mulher está determinado não violentar um ao outro forçando uma relação sexual sem amor, porém ambos não podem negar os seus corpos um ao outro, a não ser por impedimento descrito na lei.
A união sexual só deve ser consumada quando desejada e como resultado de felicidade por parte do marido e da mulher.
É proibido usar o sexo como forma de obter vantagens, punir ao companheiro, ou compartilhar a intimidade para fora do relacionamento íntimo do casal. Tal atitude se compara a convidar a outros a deitar-se no leito imaculado do casal.
